terça-feira, 19 de junho de 2007

nua e crua

Dezessete anos, classe média, saudável, boa família, nunca apssou fome ou frio. Aparentemente nada de errado, porém não é só a isso que a vida se resume. A vida é complicada. Ela é complicada.
Seus pais se separatam antes dela fazer dois anos, desde de então memórias com o paisão poucas, memórias felizes menos ainda. Todo mundo sempre fala que seu pai a ama, que ele só assim porque teve uma infância dificil, e durante muitos anos essa foi uma boa mentira para se acreditar.
Nunca foi boa em ter amigos, e depois de alguns anos eles pararam de fazer falta, hoje ela tem amigos, porém ela está sempre impondo limites, não deixando ninguém relamente conhece-la, nem memso a sua melhor amiga, sua mãe!
Falar da mãe dela é complicado, elas se amam, mas as vezes ela queira que a mãe fosse mais responsável, mais séria, gostaria quea a mãe não falasse que seus discursos são imaturos, que ela já é uma adulta, em vez de simplesmente ouvir e oferecer um ombro amigo para desabafo.
Seu padrasto é um homem bom, praticamente seu pai, mas ela prefere não vê-lo tanto como pai, porque pai é sinonimo de abandono. E é exatamtente por isso que quando ela pensa em seu maior sonho, ser mãe, se vê mãe solteira.
Ela sempre amou crianças, mas esse amor diminuiu quando sua irmanzinha, que hoje tem 4 anso, virou sua responsabilidade, as vezes ela acha que tem mais responsabilidades com a menina do que a propria mâe.
Aos 14 anos teve depressão, ficou um ano sem estudar passando por ondas emocionais. E pra resolver isso ela arrumou um namorado com quem perdeu a virgindade, e teve sua primeira ideia do que é um relacionamento. Depois dele ela teve outros homens, porém de uma maneira casual, sem compromissos, pois compromisso implica em algo que ela não consegue fazer -confiar em alguem.
Ela até sente falta, pois em relações casuais não se pode telefonar só pra desejar boa noite ou pedir colo quando se está mal. Mas sentir falta disso é melhro do que ter e ficar com medo de perder, porque tudo de bom que ela ganhou, estragou ou se perdeu.
Durante algum tempo ela tentou ser linda e sempre aparentar ser feliz, para ver se assim alguém gosta dela, mas hoje em dia ela já desistiu, agora la só quer ser invisivel. E ela está ficando boa nisso. Ela está sempre escondida, seja atrás de um livro, uma musica, um pensamento ou simplesmente recolhida em algum lugar.
Muitos juram ver seu potencial, até porque ela consegue fazer mágica em uma cozinha, ela faz qualquer comida ser gostosa, mas ela queria ser simplesmente uma adolescente futil, patética e normal.
Você deve está quenrendo saber quem ela é, ou para sentir pena, ou para rediculariza-la, mas sabe de uma coisa? Não faz mais diferença o que você acha de tudo isso. Ela nao liga, eu não ligo.
Ela podia ser qualquer uma, mas ela sou eu!

{ texto escrito por mimdia 16/02/07 ao ver o filme geraçao prozac, esse é um lado mais obscuro meu.. nao sou sempre assim, um dia me apresneto feliz!}

2 comentários:

Gordo Fredo, vulgo Pedro Caetano disse...

GORDO EH GORDOOOOO

sem comentarios pa sua apresentaçao

Figo disse...

Realmente, um relato nu e cru. Gostei de como você vai aprofundando deixando suas feridas abertas bem expostas à todos que querem ler um pouco sobre sua vida. Parece um grito de socorro também assim como um desabafo.
Mas quero ler textos também alegre sobre você.


"Como você pode conhecer alguém apenas sabendo o que ela fez: ninguém é tão simples assim" - David Fonseca